sábado, 17 de outubro de 2009

Seria o fim?

O que Belém e a Doca deverão ganhar com a inauguração do Shopping?
Do ponto de vista da geração de empregos o novo shopping será excelente, pois o mesmo deve gerar uns mil empregos diretos e outros milhares indiretamente, até ai beleza, maravilha, os novos trabalhadores agradecem.
A dúvida páira sobre o comportamento, por exemplo, do trânsito que por falta de planejamento não se pensou no básico em desafogar uma região já bastante conturbada. Pessoas que praticam caminhada serão muito prejudicadas pelo desaparecimento de calçadas já estão sendo abertas dois trechos sobre o fétido canal da Doca.
Não se cria nada, como academia de rua, espaços de práticas esportivas como quadras de areia, por exemplo, ou ruas que poderiam receber esses equipamentos servem para estacionamento de caminhões pesados. Uma tristeza, pois faz falta a tranquilidade de outrora.
A Doca que há tempos é muito bem vista pelo mercado imobiliário que a elegeu para seus espetaculares lançamentos, aos poucos perde seu glamour formado em torno da vida noturna entre restaurantes, barzinhos e boates ou tão somente o de se sentar no calçadão.
O fluxo de gente circulando deverá abrir os olhos da segurança pública, talvez se melhore na iluminção, pois o calçadão já deveria ter sido iluminado há décadas, mas Belém, a terra do descaso, da falta de planejamento de longo prazo, é isso, um misto de tudo que quer ser e ao mesmo tempo tudo e não consegue ser nada.
Somos uma cidade provinciana que não avança em nada frente a modernidade do século XXI, não se tem redes wire less, ciclovias interligadas, não se promove a atividade física para melhoria da população, por exemplo.
Não somos 12 milhões como São Paulo, ou os 6 milhões do Rio de Janeiro, somos tão somente pouco mais de 1,5 milhões de habitantes, e nem temos os problemas deles, mas é inaceitável não se perecber nada na direção da melhoria da cidade que aos poucos se torna decadente, feia, mal acabada, das obras horrendas sem estilo, por exemplo, na Av. Gov. José Malcher simplesmente se jogou concreto sobre o calçamento de pedras portuguesas, numa via importante se matou a beleza pois era a forma mais fácil e nojenta de se ter calçadas sem buracos. Ora, façam-me o favor.

Eu Duvido Muito

Observando os últimos acontecimentos no entorno da Av. Visconde de Souza Franco, a Doca, um dos lugares mais valorizados de Belém, muito maltratado e que há muito exige uma maquiagem, um trato fino que possibilite revitalizar aquele espaço que é muito mais do que uma ampla avenida. A Doca de Souza Franco reúne tudo que há de melhor em Belém, restaurantes, supermercados, bares e lanchonetes, mas que os detratores da cidade, que não fazem absolutamente nada, largaram a Doca ao sabor da casualidade. Com a inauguração do Shopping Boulevard o prenuncio de inferno zodiacal, espiritual entre outros transtornos surgirão e se alocaram de tal maneira que a tradução é essa, um inferno. Os amantes da caminhada, do ciclismo e da corrida afim de manter a forma perderão seu espaço e até a vida, num lugar onde deveria haver a promoção da mesma, se tem o descaso, pois nada de novo surgiu, já que não foi pensado em nada, que pudesse melhorar a qualidade dos moradores e admiradores da Doca de Souza Franco.Estamos todos perdidos e mal pagos, aliás, pagamos e caro por tanto descaso, infelizmente é a realidade de Belém do século XXI.

sábado, 3 de outubro de 2009

Agora é Rio 2016

Agora sim Rio de Janeiro na veia Finalmente uma boa notícia para o país, o Rio de Janeiro, a Cidade Maravilhosa foi agraciada com o conquista de poder sediar os jogos olímpicos de 2016. Um triunfo para o Brasil que poderá demonstrar seu potencial numa organização desse porte que exigem enormes investimentos de toda ordem, mas principalmente de infra-estrutura para população. É arrumar as malas e vibrar desde 2010 quando ocorreram os Jogos Militares Mundiais, depois vem a Copa do mundo de Futebol e em os Jogos Olímpicos de 2016. Um luxo numa cidade que foi, com certeza, abençoada por Deus.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Kleber Duarte Entrevista

Inicio este ciclo entrevistando dois dos mais fortes corruptos da vida política paraense, num ponto-a-ponto em que as perguntas foram dirigidas para ambos na mesma proporção. Por uma questão de privacidade os mesmos exigiram permanecer incógnito sob risco de não autorizarem a mesma e ainda processar-me pelas revelações. Aqui serão identificados apenas como C1 e C2. Vamos a tal da entrevista. Qualquer semelhança coma realidade terá sido mera coincidência) Kleber: O sr. tem sua vida de riqueza e poder iniciada pela política ainda na ditadura e depois galgou situações cada vez maiores chegando ao cenário nacional como senador da república. O que o fez ser político e em que momento da sua vida o sr. observa um destoamento de suas promessas com suas reais intenções de vida ou o sr. sempre foi mal intencionado e mentiu descaradamente a todos? C1: Sempre tive vocação de conquistar pessoas pela eloqüência de minhas palavras e pela inteligência que, modéstia a parte, sempre fui privilegiado e dela usufrui me aprofundando nos estudos e do qual me vali para conhecer e dominar situações que pudessem representar um futuro pra mim e pra minha família. Nisso sempre acreditei em chegar ao poder da maneira que melhor me conviesse nem que para isso tivesse de driblar qualquer obstáculo que aparecesse a minha frente. Minhas convicções sempre tinham o povo do meu estado como primordial no desenvolvimento de políticas públicas que conseguissem transformar a sociedade em que a concentração da renda e a pobreza não fossem tão horrendas como acontecem hoje. Ocorre que uma vez no poder as coisas mudam, você é empurrado para esse meio dominado por figuras que estão ai há anos, eu sou uma vítima, mais um nesse meio, fui dragado pela corrupção, ou entrava no jogo ou então seria até mesmo morto. Só numa tacada na questão dumas terras no sudeste do estado, negócio de milhões, me ofereceram 30% pra fazer vista grossa e assinar um decreto. Ali eu percebi que tudo girava em negociação em torno de 10%, 20% até 40% de retorno para o caixa da minha equipe e a cada eleição muitos dos custos das campanhas estavam garantidos. Repito, sou uma cria de uma situação que não criei depois acabei enveredando por esse ritmo por perceber que estava tudo perdido e confesso que já fui muito mais determinado em meus objetivos a ponto de extorquir empresas sem a menor culpa na consciência, perdemos a consciência quando se está à frente de milhões. C2: Sempre fui muito pobre a ponto de passar privações que me deixavam indignado com aquela situação e na minha adolescência resolvi que ia ser ainda muito famoso e muito rico quando chegasse ao poder e não queria ser prefeito de cidadezinha do interior meu foco estava voltado para a capital. Na capital pensava como seria essa maneira de conseguir alcançar os meios de conquistar as pessoas, tendo muito claro que seria através da política, do voto conquistado pelo meu poder de dissuasão, da palavra que eu sempre dominei. Estudei no ensino supletivo, mas não gostava de ir às aulas, tinha de trabalhar e era dado mesmo á vida, tinha como fixação a minha necessidade de chegar ao poder. Fui de tudo um pouco como experiência que me daria conhecimentos a cerca do cotidiano sempre focado em que as minhas conquistas iriam sair através do trabalho com o povo, eu tinha cheiro de povo e era ali que eu iria constituir minha vida futura, eu sabia que era muito fácil conseguir meus objetivos de poder e a política era o meio certeiro de abrir meus caminhos. Enganei? Sim! Todos enganam, quem não engana não alcança nada, o político honesto não existe, se existe ta pobre, eu queria ser rico, aliás, milionário, coisa que consegui antes mesmo de chegar aonde me encontro no momento. CONTINUA... Kleber Duarte

terça-feira, 16 de junho de 2009

Pelo fim do Senado.

Afinal, para quê serve o Senado? A casa, que constitui o sistema bicameral do regime democrático brasileiro, deveria funcionar como ratificadora dos atos da câmara dos deputados, mas que ao longo dos últimos anos vem se demonstrando um verdadeiro antro, prostituída que foi pelos senhores que ali se instalam através do voto. Para quê então manter uma corja de ladrões, corruptos, salafrários, bandidos especializados na patifaria, formada duma camarilha ridícula de mensaleiros, fisiologistas, pilantropos, gente sem pudor, muito menos vergonha na cara que vêem no Senado o “porto seguro” ante o foro privilegiado, ou seja, o lugar feliz longe da justiça cega, surda, lerda, lenta, muda e às vezes conivente, depois de terem pilhado as contas públicas ou praticarem o que mais sabem fazer, a extorsão de empresas e pessoas para financiar suas eleições? Aqui no Pará dois especialistas em política desse nível de patifaria já se arvoram na corrida aos votos para se refestelarem nas tetas do Senado e lá permanecerem praticando suas peripécias de engenharia política de manutenção do poder, ou seja, patifaria às claras pode vir escândalo após escândalo, que uma vez lá instados ao Senado, nada mais os alcançará, muito pelo contrário, tal qual o poderoso chefão, os figurões exerceram com o máximo da desfaçatez da política brasileira. Existem vários senadores de muito respeito como Pedro Simon, Eduardo Suplicy, este coitado! Voz unissone dentro do PT, José Nery, enfim, muitos outros, mas que corja maldita? Vem presidindo a Casa há anos e lá praticando as piores imundices percebidas, agora através dos atos secretos. Que bandalheira é essa? Ato Secreto para quê? Agora se sabe que era para esconder uma palhaçada, lotar parentes, amantes, sogras, sobrinhos e outros desocupados demitidos. É a troça com a cara do contribuinte, com o meu, o seu, o nosso sofrido dinheirinho. Às favas com os escrúpulos senhores senadores. Então, eu peço o fechamento dessa Casa de podridão, cadeia para Renan, Sarney e outros que se lambuzaram com o dinheiro público através dos tais atos secretos e outros artifícios criados por aqueles que, sorrateiramente, riem da nossa cara, nós o povo brasileiro. Eles, funcionários públicos eleitos pelo povo, para trabalhar por seu povo e zelar pelo mesmo. Ora o povo? Kleber Duarte

terça-feira, 19 de maio de 2009

Dr. Estelionatário

Uma dupla infernal comanda as duas principais esferas da administração pública (municipio e estado). De um lado uma prefeitura acéfala, sem rumo nem direção comandada pelo maior aplicador já vistos por estas bandas que conseguiu transformar o que há muito já era ruim em coisa pior ainda. O caos urbano, aliás, urbe, não existe. A cidade morre e com ela os sonhos e as esperanças de um futuro melhor pra ser vivido agora, coisas que simplesmente não existem pois estamos todos perdidos que nem cachorro em dia de mudança. A saúde poderia ser traduzida como "a Divina Comédia" de Dante Alighieri (aqui sem Paraíso, há somente Inferno),seria o atual momento o nosso carma? Mente-se descaradamente para todo canto tentando passar a população que está tudo às mil maravilhas, quando nem purgatório existe -minha avó repetia que o inferno é aqui mesmo- mas que coisa hein? Estamos pagando por um pecado infindável então? Eu não matei ninguém como eles vem matando a torto e à direita todos os dias no sistema de morte para onde corre os necessitados. De outro lado a Dra. estelionatária, aplica um golpe aqui na terra de direitos, outros acolá através desse tal governo popular. Ninguém assume responsabilidades, a segurança pública é de fazer qualquer um chorar de medo ao ter de sair de casa a qualquer hora do dia ou da noite. A saúde está empestada de ratos, ratazanas, baratinhas e companhia, corroída pelos desmandos e pela corrupção. A educação é uma lástima, os dados estão ai para comprovar que o Inferno de Dante alighieri é Pará Isso... Será que esse povo, cria da ladroeira e do estelionato eleitoral não se cansa, e, pede pra sair, dá uma volta ali por Cumaru do Norte (realmente o fim do mundo) e desaparece de vez. Quem sabe de repente não poderíamos então vislumbrar com esse tal de purgatório pois até agora acredito que só se percebeu o inferno.

Dra. Estelionatária

Juliana, mulher sem razão nem coração, deu o maior golpe político nos que acreditaram nela como a grande promotora do desenvolvimento do nosso estado, a quem muitos acreditavam ser a nova Joana D'Arc deste fim de mundo. Ledo engano, o que se percebeu até agora foi o estelionato eleitoral dos oportunistas que estão perocupados principalemente com as próximas eleições e que se lixem as próximas gerações. Mulher da pior estirpe fizestes o que fizestes e ainda vens fazendo, fomentando atrozes pulhas ao teu lado na repartição do poder, pessoas vis, biltres, pilantropos da pior espécies. Lembro da figura do urubu da indústria da seca no nordeste, se aqui não temos seca, muito pelo contrário temos as cheias, os urubus estão atras da carniça daqueles que mendigam atendimento na fila do cancer, essa doença maldita que extrai o ultimo fio da dignidade humana,ante a dor e a desesperança frente a morte que espreita, provocada pela doença e pelos urubus que dragam os recursos da saúde que deveria atender a qualquer cidadão. Juliana, ratos e urubus juntos se locupletando dos anseios e das ultimas esperanças deste povo neste estelionato que ainda esperas repetir mais a frente. Ve-se que formaram escola, aliás com doutorado em estelionato e outros cursos de pósgraduação em trambiques.